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Como amar a vida e vivê-la com a maior dignidade possível

A edição nº 204, de julho de 2008, a revista GALILEU trouxe a seguinte chamada de capa:
APRENDER A MORRER: A LIÇÃO FINAL
Ela remete o leitor à matéria Antes do adeus assinada pelo jornalista Claudio Julio Tognolli que trata da questão
– hoje um pouco mais discutida – em que cientistas e pensadores trabalham juntos para nos ajudar a lidar com a morte.
O inevitável na vida de todo mundo.
Usando como gancho o livro A lição final, recém lançado no Brasil, que apresenta a saga do professor de ciência da computação Randy Pausch, Sua história é mais ou menos assim: depois de ter sido informado em 2006 por seu médico que teria apenas 6 meses de vida por causa de um câncer no pâncreas, Pausch a todo custo tentou se manter vivo.
Tirou a palavra morte de seu vocabulário e a trocou por apego à vida. Além de ter deixado vários depoimentos
gravados, ele tem hoje um site, atualizado diariamente com informações sobre sua saúde, ora com boas notícias
ora com notícias nem sempre animadoras.
Amarrando a matéria, Tognolli consultou especialistas em tanatologia, bioética entre outros.
Conversou com a psicoterapeuta Bel César, conhecida por ter se especializado no tratamento de pacientes
em risco iminente de morte. Autora dos livros MORRER NÃO SE IMPROVISA, MANIA DE SOFRER e
de outros três livros sobre a filosofia do budismo tibetano, Bel Cesar foi incisiva ao afirmar – ao repórter –
que: “A morte é um despertador que quer nos acordar para o significado da vida a todo momento”.
Leia a entrevista na íntegra com Bel César, clicando aqui.

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